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Hospital João XXIII completa 50 anos como referência em salvar vidas


Especializado no socorro a politraumas, queimaduras e intoxicações, pronto-socorro é um dos maiores da América Latina e responde por 80 mil atendimentos por ano - Foto: Fabio Marchetto

Um hospital que salva vidas. Com 477 leitos e 2,7 mil servidores divididos em terapia intensiva e enfermarias, o João XXIII, da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), completa 50 anos de atuação em abril. Nesse tempo, a unidade cresceu e hoje é reconhecida como um dos maiores prontos-socorros da América Latina, referência estadual e nacional no atendimento a politraumatizados.


Diariamente, as equipes multidisciplinares da unidade atendem, com a expertise pela qual são reconhecidas, motociclistas acidentados, pessoas atropeladas, feridas por armas brancas e de fogo, queimadas, crianças engasgadas com corpos estranhos ou com fraturas depois de levarem uma queda. A maioria chega em extrema gravidade, e sai do hospital com vida.


Para os profissionais que atuam na unidade, há diferenciais que levaram o João XXIII para esse patamar de reconhecimento. A gerente médica, Daniela Fóscolo destaca os recursos humanos de excelência como o que há de mais rico na instituição. “Temos reunidos aqui alguns dos maiores especialistas do estado, com capacidade de tratar lesões muito graves. Além disso, as equipes, tanto as médicas quanto as multiprofissionais, estão disponíveis para realizar um tratamento eficaz em um tempo muito curto”, explica a cirurgiã.


O HJXXIII conta, além das equipes médicas e de enfermagem, com técnicos de várias áreas, nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas, assistentes sociais, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, servidores administrativos e tantos outros profissionais que se dedicam nos plantões.


“Desde sua admissão no hospital, o paciente é atendido de forma global, tendo ele e família todo o suporte e acolhimento necessários no encaminhamento hospitalar, seja para cirurgia, UTI ou internação, até o momento da alta”, detalha a assessora da gerência da equipe multidisciplinar, Andréa Mendes. “Muitas vezes, um hospital que possui recursos mais modernos, não consegue conciliar o trabalho de tantos profissionais com essa velocidade e de forma tão harmoniosa”, completa Daniela Fóscolo.


(Com informações da Agência Minas)

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