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Polícia Civil investiga técnico de handebol por agressão e assédio contra atletas em Pompéu

Um inquérito foi aberto pela Polícia Civil nesta quarta-feira (8), para apurar possíveis crimes de agressão, importunação e assédio sexual praticados por um técnico de handebol, de 32 anos, contra atletas da Associação Esportiva Gustavo Elias (AESGE), em Pompéu. O caso ganhou destaque nas redes sociais após vídeos publicados nas redes sociais na noite de terça-feira (7). Nas imagens, o técnico aparece agredindo um dos alunos, de 15 anos.


Os militares foram acionados e no local, encontraram 13 adolescentes, que são de vários estados do Brasil e moravam na residência. Aos militares, os atletas confirmaram o conteúdo do vídeo e apontaram o técnico como autor das agressões. Eles alegaram que a vítima foi agredida após deixar a casa para dar uma volta sem autorização do treinador, que é coordenador da equipe de handebol.


O técnico chegou ao local e justificou que os jovens tinham problemas de indisciplina, incluindo até uso de drogas. Sobre o vídeo, o técnico afirmou que se tratava de uma “brincadeira que costumava praticar”. O adolescente deixou o alojamento após as agressões e disse que não voltaria. Durante o registro da ocorrência, o técnico inclusive teria enviado mensagens para alguns dos jovens.


Outros alunos relataram ter sofrido importunação sexual, assédio e outros tipos de agressão física, como socos no rosto e batidas no joelho e no órgão genital com uma chave de roda. Os adolescentes ficaram sob os cuidados do Conselho Tutelar e levados para um abrigo em Pompéu. O técnico não foi preso por ausência de flagrante.


O técnico também é suspeito de ter praticado injúria racial contra um adolescente de Sete Lagoas, durante os Jogos Escolares de Minas Gerais (JEMG), realizado em Pompéu em 2023. O Ministério Público chegou a denunciar o técnico em julho do ano passado, após a Polícia Civil indiciar o profissional por injúria racial, em julho do ano passado.



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